quarta-feira, 3 de junho de 2009

Vai começar tudo de novo...

.
Recebi hoje um recado da e, como já estava pensando em dar ao graça, aqui estou. Ainda não sei se é o retorno do Desculpas. Confesso, meus leitores, que ando meio cansada desse mundo 2.0, excessivamente comunicativo. Na verdade, não tenho tempo para ele. Infelizmente. Não consigo acompanhar todos os blogs que gostaria e, para mim, ser blogueira é uma via de mão dupla. Não adianta só escrever baboseiras por aqui, tem que participar. Rá! Enquanto não volto, conto para vocês uma novidade incrível:
.
(sei que a essa altura todo mundo já chutou e acertou. Não sei porque, mas comigo é sempre assim, essa adivinhação)
.
O IAN VAI GANHAR UM IRMÃOZINHO! ÊÊÊÊ!
.
Estou na minha nona semana de gravidez, ainda me acostumando com idéia de passar pelas dores e delícias mais uma vez, mas feliz da vida!
.
Sim, eu sei que essa é uma boa razão para ressuscitar o blog, imaginem só, a quantidade de desculpas que vou ter com dois filhos?? Rá!
.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Meninos e meninas

.
Domingo de sol. Crianças na piscina. Ian (quase 1), Gabriela (2) e Julia (1). A turminha. Enquanto, as meninas competem entre si, choram e gritam repetidamente “é meu, é meu”, ele passeia tranquilamente - com suas quatro patas, rá –, se contentando com os brinquedos que ficam para trás. Numa boa.
.

terça-feira, 3 de março de 2009

O carnaval

.
.
Depois de muita preocupação, planejamento, Chamomilla no nenê, trânsito, vômito, brincadeiras para passar o tempo, noite na Barra do Sahy, barco e muito carregamento de bagagem, chegamos e foi INCRÍVEL. Né, filho?

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Os selos

.
Que me perdoem aquelas que me presenteiam. Não é descaso, é simples falta de tempo. Passo tão correndo por aqui. Mas, agora vai.



O Mammy's blogs é um diretório bem legal com um monte de blogs maternais, o Desculpas já está lá.
.


Este ganhei da Thaís.

E este ganhei há um milhão de anos atrás da minha professorinha querida
.
Mas, não sou muito boa em seguir regras. Então, apenas agradeço e divulgo aqui. Vale?

.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Ligar ou não ligar

.
Dizem por aí que eu sou uma mãe tranqüila. Eu também acho. E então, nessa semana, as vésperas de um longo feriado no qual eu pretendo viajar para uma praia completamente isolada, o Ian começou com uma tosse. E não é gripe, não tem dor de garganta, só muita tosse! Logo falei com a pediatra, começamos a medicação e as rezas, né? Não dá para ir para um lugar sem energia elétrica, sem telefone e com acesso apenas a barco com um bebê doente.
.
Aí, ontem a noite ele acordou por volta das 22h30 chorando sem parar. Mas, berrando de um jeito que eu nunca tinha visto antes, talvez quando ele nasceu e só. E não parava de chorar nunca, não queria água, nem mamadeira, nem colo, nem NADA. Nessas horas me dá uma saudade do peito, que (ah!) isso sim teria calado a criança. Eu acho. Enfim, o tempo foi passando e o cara continuava chorando. “Bom..”, eu pensei, “vou ligar para pediatra, né?”. Quanto antes melhor, afinal, ninguém merece ser importunado na paz do lar no meio da madrugada. Ainda era por volta das onze, então ok.
.
Ela atendeu rapidamente, parecia que estava me esperando, meio preocupada com essa tosse e a nossa viagem. Mas, segundo ela tem a ver com os benditos dentes (como TUDO nessa fase) e, enquanto ouvia o Ian gritando aos berros, me passou algumas instruções: aumentar a dose do remédio, muito colinho e ligar para ela caso não melhore - e é por essas e outras que eu amo - e recomendo - a minha pediatra, sempre.
.
Aos poucos ele foi melhorando, dormiu na cama da mamãe e hoje parecia estar melhor. Mas, a noite está chegando e é lá que o bicho pega.
.
.
Dra V. e Ian

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

On the road

.
Esse final de semana passamos cerca de dez horas, contabilizando ida e volta, dentro do carro. Ufa! Não é fácil fazer uma criança de dez meses se comportar, sentadinha, durante todo esse tempo. Mas, nos saímos bem. No saldo: alguma dicas bem valiosas.
.
De olho no relógio:
Tem que escolher a hora certa, levando em consideração os hábitos do seu pequeno. Vale optar pelo momento da soneca, já que o balanço do carro costuma ajudar a dar aquela embalada e pode garantir paz e tranquilidade, por um bom tempo. Evite se aproximar dos horários de almoço e jantar, pois com fome o bebê pode ficar ainda mais impaciente.
.
Capriche nas brincadeiras:
Leve na bagagem de mão todos os brinquedos preferidos do seu filho. E quando digo todos é isso mesmo, essa não é uma hora para economizar. No caso do Ian, os livros são os melhores companheiros, mesmo que isso signifique que você pode chegar a ler cada historia pelo menos umas dez vezes. E conforme ele se cansa de um, apresente outro, cante, bata palmas e por aí vai.
.
Suprimentos:
Água, suco, bolacha, fruta... Esqueça a rotina de alimentação. Na hora que a gritaria começar, uma bolachinha pode resolver a questão por bons minutos e (eu acho que) vale a pena, mesmo que isso afete o apetite do cara na hora do almoço.
.
Pit-stop:
Esqueça a pressa. Viajando com criança não tem essa. Vai ter que parar na hora do cocô, na hora que o cansaço apertar, se precisar dar almoço... Pare! Dê uma voltinha, troque as fraldas e ganhe mais alguns daqueles preciosos minutos de traquilidade.
.
Colinho:
Eu sei que o departamento de transito vai me repreender por essa dica. Mas, se a coisa ficar tensa, só o colo da mamãe (da vovó, do papai, de quem quer que esteja ao lado do bebê) vai resolver. Eu sei, eu sei, eu sei, que é super perigoso, porém uma criança gritando desesperadamente também pode causar um acidente. Um detalhe: depois do colo, não dá para voltar para cadeirinha. Pelo menos, o Ian não volta. Então, tem que ser perto de uma parada, da chegada ou da mamadeira – aí ele volta feliz.
.
Nunca:
Sob nenhuma hipótese permita que o bebê brinque com os óculos de sol da vovó, porque ele vai quebrar.
.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Momento madrinha - parte 7

dabi!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O dia que meu coração parou

.
O relógio marcava 18h, mais um dia que estava acabando. Essa hora, normalmente, eu já começo a ficar ansiosa para ir embora. Toca o telefone, ligação de casa. Ouço lá longe a voz do Mario: - Vem para casa. Se sobressaem os gritos do Ian, chorando desesperadamente. Enquanto desligo o computador afobada, arrisco um “o que aconteceu” e mais uma vez ouço lá longe as palavras “caiu e está sangrando”.
.
Do trabalho até minha casa são três minutos, fiz essa viagem em um. E juro, meu coração não estava batendo. Nesse breve caminho, eu tentava me acalmar, afinal, precisaria de serenidade para encarar o que quer que tivesse acontecido. Na hora que eu abro porta, UFA, ele já não estava mais chorando e até arriscou uma risadinha quando me viu. Na boca, um mordedor congelado e alguns pingos de sangue.
.
Já mais tranqüila, peguei-o no colo, dei arnica e avaliei o estrago: nada de grave, só um cortinho na gengiva e um grande susto.
.